Sumi, não? Nessa labuta para pagar contas e saldar dívidas impagáveis, acabei excedendo todos o limites do bom-senso e peguei todos os trabalhos que atravessaram meu caminho. Insanidade total. Claro que até agora não recebi um tostão. É sempre assim: para cobrar a entrega do material todo mundo é rápido; para pagar o que nos devem, pra que tanta pressa? E ainda tenho de ver gente dizendo que o marxismo está superado.
Sabem aquela notícia boa que eu dizia que talvez pudesse dar? Pois então: não vai ser dessa vez. No fundo de meus intestinos eu já imaginava isso, mas vocês sabem que ninguém resiste a uma ilusãozinha no fim do poço, não é mesmo?
A quem gosta de mim: acabou de sair um número da Biblioteca Entrelivros que trata de Machado de Assis. Este que vos escreve contribuiu com um artigo chinfrim, lá no final da revista, que é quando todo mundo já está de saco cheio e nem presta mais atenção ao amontoado de asneiras impressas ali. Mas tem coisa boa na publicação, à venda nas boas bancas de jornal deste país. Comprem e divulguem.
Blogue de um pretenso poeta, intelectual de cafeteria, reclamão de todas as horas e professor de Literatura por profissão (e, dizem, talento). Poemas e exercícios narrativos, crítica de cultura e maledicências ligeiras em tom farsesco. Tudo aqui é mentira.
21 de junho de 2008
13 de junho de 2008
4 de junho de 2008
Rápido!
Atulhado de trabalho. Outra vez: se a relação entre a quantidade de coisas a fazer e a remuneração correspondente fosse direta, eu estaria vivendo em Paris, flanando por uns trinta anos. Mas a coisa é inversamente proporcional: quanto mais se trabalha, menos se ganha. A não ser que você seja o dono do negócio. Mas o melhor de tudo mesmo é virar político profissional. O problema é que não tenho estômago pra isso. Muito menos tenho vocação para calhorda. Até tento, mas jamais chegarei ao nível de quem já rodou por praças e roeu nervos pelas calçadas da Vila Madalena.
1 de junho de 2008
Ah...
Alguns dias de frio, o que trouxe - por breves instantes - a ilusão de que isto aqui (ô,ô) poderia chegar perto de ser um país civilizado. Ainda bem que as imagens de Lula e seus comparsas sempre desfazem qualquer vã esperança nesse sentido. Esta semana promete. Horrores, como não poderia deixar de ser. Peguei um trabalho meio chato, mas que vai pagar até que bem. Como desgraça nunca vem sozinha, recebi uma ligação dizendo que um outro livro, que eu havia revisado faz mais de um mês, voltou para a segunda prova e, agora, eu teria de pegar essa segunda parte. E entregar em duas semanas. Simples assim. Quer dizer: além de ter de ficar mendigando o pagamento de meus serviços naquela editora caloteira, é só descolar um outro trabalho que tudo o que não veio quando deveria ter vindo acaba chegando de uma só vez. Alegria de pobre é assim mesmo.
As boas notícias continuam em compasso de espera. Como existe um ditado que diz que "coisa ruim vem a galope" (ditado, claro, do tempo em que o cavalo era o meio de transporte mais veloz), espero que a lentidão seja sinônimo de coisas positivas. Não é, nem será, mas não custa nada se iludir nem que seja um pouquinho...
As boas notícias continuam em compasso de espera. Como existe um ditado que diz que "coisa ruim vem a galope" (ditado, claro, do tempo em que o cavalo era o meio de transporte mais veloz), espero que a lentidão seja sinônimo de coisas positivas. Não é, nem será, mas não custa nada se iludir nem que seja um pouquinho...
24 de maio de 2008
Pausa
Pagaram? Não - mas isso já era esperado. A pergunta que fica é óbvia: como é que um país onde essas coisas viraram prática normal pode almejar ser alguma coisa além da m... que sempre foi? Bom, a partir do momento em que todo tipo de rapinagem é perpetrada e incentivada por aqueles que supostamente deviam zelar pela coisa pública, só se pode mesmo esperar a roubalheira generalizada. Já falei: vou pedir asilo político no Canadá. (Sim, ou vocês achavam que eu fosse fazer isso na Venezuela?)
21 de maio de 2008
Urgências urgentes
Preciso escrever um texto, qualquer coisa que me faça lembrar que sou um ser pensante (pelo menos acho que sou - hehehe!). Não prometo, mas semana que vem, quem sabe, algo mude. Ou se mude. Como otimismo nunca foi minha praia - aliás, praia nunca foi minha praia também -, só acreditarei quando receber a notícia oficial. Aguardemos. Sentados, que é pra não cansar muito.
19 de maio de 2008
Mas...
Pensando melhor, não tem nada mais mesmo. A não ser que vocês considerem a pindaíba um estado de espírito, o que me colocaria, então, num estado de experiência mística, próxima da epifania. Isso, claro, se eu acreditasse nessas coisas. Para mim, a epifania nada mais é que um delírio causado pela fome, pela sede ou por uma disenteria das bravas.
16 de maio de 2008
Está ruim, mas vai piorar...
Quando nada vai bem é aí que pode ficar ainda pior.
Não se trata de um lamento, de algo que lembre um recurso usado por certos escritores de quinta que se proclamam perseguidos e/ou invejados. Conheço uns dois assim, e são tipinhos desprezíveis. Não vale a pena imitar coisa tão baixa. Mas, tirando certos membros da classe política e os espertalhões de sempre, quem pode, com o máximo de honestidade possível, dizer que as coisas vão bem? Será possível que ninguém ainda se deu conta do que esse cenário meio cor-de-rosa está armando pra daqui a pouco? Pelo visto, não. Enquanto isso, vamos todos alegremente trotando, mascando uma grama aqui, outra acolá, e participando daquele famoso acordo no qual nós entramos com a bunda e "eles" entram com o bico da chuteira... Que país este nosso!
Não se trata de um lamento, de algo que lembre um recurso usado por certos escritores de quinta que se proclamam perseguidos e/ou invejados. Conheço uns dois assim, e são tipinhos desprezíveis. Não vale a pena imitar coisa tão baixa. Mas, tirando certos membros da classe política e os espertalhões de sempre, quem pode, com o máximo de honestidade possível, dizer que as coisas vão bem? Será possível que ninguém ainda se deu conta do que esse cenário meio cor-de-rosa está armando pra daqui a pouco? Pelo visto, não. Enquanto isso, vamos todos alegremente trotando, mascando uma grama aqui, outra acolá, e participando daquele famoso acordo no qual nós entramos com a bunda e "eles" entram com o bico da chuteira... Que país este nosso!
14 de maio de 2008
Isso sim é novidade!
Dia em que tudo, mas tudo deu errado. Pelo menos aquilo que eu queria que desse certo. O resto não importa. Ou importa pouco. Não, corrijo-me; não importa nada mesmo.
13 de maio de 2008
Pois é!
Sinceramente, se eu ganhasse um centavo para cada atitude fdp de alguém de minhas relações, estaria milionário. (Adendo: "minhas relações" nem de longe significa que a figura seja minha amiga.)
Prometeram que me pagariam neste próximo dia 15. Duvido. Com sorte, a merreca cai em minha lá pelo dia 20. Só gostaria de saber quem vai cobrir os juros dos pagamentos atrasados....
Nem tudo são espinhos: revi a doce Katia, soube que a Amanda está trabalhando pertinho de mim, reencontrei duas ex-alunas e sempre amigas queridíssimas - Kuka e Ana Paula. Assim até posso acreditar que vale a pena viver...
Prometeram que me pagariam neste próximo dia 15. Duvido. Com sorte, a merreca cai em minha lá pelo dia 20. Só gostaria de saber quem vai cobrir os juros dos pagamentos atrasados....
Nem tudo são espinhos: revi a doce Katia, soube que a Amanda está trabalhando pertinho de mim, reencontrei duas ex-alunas e sempre amigas queridíssimas - Kuka e Ana Paula. Assim até posso acreditar que vale a pena viver...
12 de maio de 2008
Ninguém tem nada a ver com isso, mas...
Vocês me desculpem o sumiço: pra variar, estava tentando salvar minha conta bancária do protesto. Não consegui, mas espero que os próximos dias me tragam boas novidades, ou ao menos um pequeno alívio.
Estou com trabalho até o tampo, como se dizia antigamente: revisões e mais revisões. Aula mesmo, só aquela merrequinha que sobrou. Bom pra não perder a prática, ainda que a perspectiva de voltar a dar aulas - pelo menos nas privadas - seja um horizonte cada vez mais distante. Não é questão de dar uma de raposa que desdenha as uvas (para lembrar a fábula), mas é porque não dá mais mesmo. Dignidade nenhuma, respeito algum. E de todos os lados. Exemplo: vai você tentar dar uma aula decente e a mané ali do lado falando, falando, falando. E você fica ali, de livro na mão, esperando pra ver se a digníssima se toca. Nada. Ou seja, você tem de começar, sem cerimônia, sem pedir licença, porque, se for esperar que alguém tenha a educação de conceder a palavra ao professor (o que acontecia há não muito tempo), adeus! Como em outras plagas o cenário está ainda pior, melhor rcolher a viola e tentar trabalhar onde você ainda não virou a merda da mosca do cavalo do bandido.
Vou apresentar um trabalho na Abralic. Nada mal para um intelectual frustrado. Mas, convenhamos, melhor que escrever resenhas ruins, falando de si próprio e de seus chegados, a pretexto de comentar um lançamento qualquer. Incrível como tem escritor que não se dá conta de sua falta de jeito pra coisa. Sim, isso vale também para este que vos escreve...
Boas notícias? Talvez, mas prefiro aguardar mais um pouco pra ver no que vai dar. Além disso, é sempre bom não dar corda para os invejosos que dizem que somos invejosos.
Amanhã eu volto.
Estou com trabalho até o tampo, como se dizia antigamente: revisões e mais revisões. Aula mesmo, só aquela merrequinha que sobrou. Bom pra não perder a prática, ainda que a perspectiva de voltar a dar aulas - pelo menos nas privadas - seja um horizonte cada vez mais distante. Não é questão de dar uma de raposa que desdenha as uvas (para lembrar a fábula), mas é porque não dá mais mesmo. Dignidade nenhuma, respeito algum. E de todos os lados. Exemplo: vai você tentar dar uma aula decente e a mané ali do lado falando, falando, falando. E você fica ali, de livro na mão, esperando pra ver se a digníssima se toca. Nada. Ou seja, você tem de começar, sem cerimônia, sem pedir licença, porque, se for esperar que alguém tenha a educação de conceder a palavra ao professor (o que acontecia há não muito tempo), adeus! Como em outras plagas o cenário está ainda pior, melhor rcolher a viola e tentar trabalhar onde você ainda não virou a merda da mosca do cavalo do bandido.
Vou apresentar um trabalho na Abralic. Nada mal para um intelectual frustrado. Mas, convenhamos, melhor que escrever resenhas ruins, falando de si próprio e de seus chegados, a pretexto de comentar um lançamento qualquer. Incrível como tem escritor que não se dá conta de sua falta de jeito pra coisa. Sim, isso vale também para este que vos escreve...
Boas notícias? Talvez, mas prefiro aguardar mais um pouco pra ver no que vai dar. Além disso, é sempre bom não dar corda para os invejosos que dizem que somos invejosos.
Amanhã eu volto.
2 de maio de 2008
Ademais...
O problema dos feriados em que chove é que todo aquele povo que normalmente iria atazanar a paciência alheia junto às represas, praias e recantos do interior resolveu ficar por aqui mesmo atazando a minha paciência. Ontem, por exemplo, as filas para assistir ao filme da Hannah Montana eram espantosas. Pior é que ninguém pensou em fazer uma que fosse exclusiva para aquele monte de adolescentes histéricas (um pleonasmo, eu sei!), e a gente, que queria mesmo ver o último do Woody Allen, teve de dividir espaço e alguns cotovelos com a gentalha. Até aí, tudo bem. Depois, na saída do cinema - um bom filme, é bom que se diga -, resolvemos comer alguma coisa, mas todos os lugares estavam atulhados de gente em orgias pantagruélicas. Sobrou um lugarzinho razoável, mas meio caro, que é onde acabamos comendo. Na saída, uma fila imensa de carros disputava a rua com quem queria entrar no shopping. Enfim, quase um programa de índio, como se dizia antigamente, antes da praga do politicamente correto.
E a frase do coordenador do curso de Medicina na Federal da Bahia, heim? Não fosse ele baiano, já teria sido crucificado, esquartejado e seus membros seriam expostos em praça pública pela patrulha ideológica que assola este país. Achei a frase de um humor inteligentíssimo, até por conta da ousadia em romper com essa bobagem da correção política. Nunca antes na história deste país fomos dominados por tanta falta de humor. O que vale agora é a cultura do ressentido, que, a pretexto do "resgate histórico" da injustiça ou do casa do c..., faz com que tudo, absolutamente tudo seja proibido. Já fomos menos infelizes, e a repercussão que a frase do berimbau tomou denota a que ponto estamos chegando. Ou será que só eu estou sentindo o cheiro podre do terceiro mandato e da ditadura (enrustida) que advirá?
Em tempo: saiba da nova falcatrua que o governo federal está aprontando contra o SESC. Em resumo: trata-se de fazer esmola com o chapéu alheio. Leia o manifesto e, se for o caso, junte-se no abaixo-assinado que está na rede. Mais informações, clique aqui.
E a frase do coordenador do curso de Medicina na Federal da Bahia, heim? Não fosse ele baiano, já teria sido crucificado, esquartejado e seus membros seriam expostos em praça pública pela patrulha ideológica que assola este país. Achei a frase de um humor inteligentíssimo, até por conta da ousadia em romper com essa bobagem da correção política. Nunca antes na história deste país fomos dominados por tanta falta de humor. O que vale agora é a cultura do ressentido, que, a pretexto do "resgate histórico" da injustiça ou do casa do c..., faz com que tudo, absolutamente tudo seja proibido. Já fomos menos infelizes, e a repercussão que a frase do berimbau tomou denota a que ponto estamos chegando. Ou será que só eu estou sentindo o cheiro podre do terceiro mandato e da ditadura (enrustida) que advirá?
Em tempo: saiba da nova falcatrua que o governo federal está aprontando contra o SESC. Em resumo: trata-se de fazer esmola com o chapéu alheio. Leia o manifesto e, se for o caso, junte-se no abaixo-assinado que está na rede. Mais informações, clique aqui.
23 de abril de 2008
Para vocês verem...
Ando tão assoberbado com meus problemas que sequer notei o terremoto que abalou São Paulo ontem. Terremoto? Que terremoto? Numa cidade como a nossa, onde ir de casa ao trabalho já é uma aventura épica, quem é que está ligando para uma porcariazinha de tremor de terra? Alguém morreu? Algum edifício desabou? Uma epidemia de tifo se espalhou pela metrópole? Não, nada. Somos um povo tão bunda que sequer temos o luxo dessas desgraças em grande escala. Para nós, componentes desta geléia malcheirosa, resta a comédia do linchamento moral e físico, a demagogia com o miserê alheio, as manifestações de solidariedade de tapinhas nas costas e missas campais. Terremoto? Oras, terremoto é tentar sobreviver honestamente neste país de sanguessugas e honrados fdps.
E vocês viram o padre voador? Sinceramente, quem se mete a uma aventura estúpida dessas, sem conhecimento algum, sem um mínimo controle das condições técnicas, sem saber sequer manejar um GPS, tem mais é que cair ao mar e por ele ser tragado. Não que o mar mereça isso, mas... Deus? Onde ele estava mesmo?
Vale dizer que hoje passei mal, mas ainda não morri. Torçam bastante vocês aí.
E vocês viram o padre voador? Sinceramente, quem se mete a uma aventura estúpida dessas, sem conhecimento algum, sem um mínimo controle das condições técnicas, sem saber sequer manejar um GPS, tem mais é que cair ao mar e por ele ser tragado. Não que o mar mereça isso, mas... Deus? Onde ele estava mesmo?
Vale dizer que hoje passei mal, mas ainda não morri. Torçam bastante vocês aí.
18 de abril de 2008
Feriado? Que feriado?
Eu devia fazer aqui uma lista das coisas que não fiz, dos filmes a que não assisti, dos livros que não pude ler, das pessoas queridas que não visitei, enfim, dos pequenos prazeres que tornam a vida menos insuportável. Desisti, é óbvio, para não cair numa depressão ainda maior. Enquanto isso, la nave va...
Mas nem tudo se resume a pequenas desgraças: há as enormes, mas essas nem preciso listar, já que aparecem nas manchetes dos jornais diários. De mim, creio que finalmente cheguei a uma decisão, não sei se equivocada (mas penso que não), sobre os rumos, por assim dizer, profissionais. Vou tentar viver um pouco. Só isso. Ou tudo, vai saber.
Mas nem tudo se resume a pequenas desgraças: há as enormes, mas essas nem preciso listar, já que aparecem nas manchetes dos jornais diários. De mim, creio que finalmente cheguei a uma decisão, não sei se equivocada (mas penso que não), sobre os rumos, por assim dizer, profissionais. Vou tentar viver um pouco. Só isso. Ou tudo, vai saber.
16 de abril de 2008
8 de abril de 2008
Outra novidade desinteressante
E eu que achava que nunca iria trabalhar na editora Abril... Quem diria! Ok, não é exatamente onde eu queria (na Playboy, como fotógrafo...rsrs), mas não vou dizer que é o pior dos mundos. Mas... e agora, pra que lado da encruzilhada eu devo seguir?
2 de abril de 2008
Liquidação
À primeira motivação para a vida, o sexo, o mundo do capital criou outro, o dinheiro. E ambos nunca mais se separaram.
31 de março de 2008
Notícias do front
É assim:
- acho que vou fazer doutorado. Não sei se no semestre que vem ou em 2009. Mas vou fazer.
- mandei algumas de minhas narrativas para uma coletânea que a Marília (do Micrópolis) está organizando. Espero que o projeto se concretize.
- fiz minha inscrição para o congresso da Abralic. Agora é torcer para ser aceito.
- de quebra, muito trabalho. Grana que é bom, ainda não é o suficiente para me salvar da bancarrota, mas já ajuda a não me afogar. Por enquanto.
E teve a comemoração pelos 20 anos do "renascimento" da Editora da USP. Um encontro memorável, ainda mais com o lançamento do milésimo título, o volume Épicos da coleção "Multiclássicos". Cumprimentos ao Plínio e ao Ivan Teixeira.
- acho que vou fazer doutorado. Não sei se no semestre que vem ou em 2009. Mas vou fazer.
- mandei algumas de minhas narrativas para uma coletânea que a Marília (do Micrópolis) está organizando. Espero que o projeto se concretize.
- fiz minha inscrição para o congresso da Abralic. Agora é torcer para ser aceito.
- de quebra, muito trabalho. Grana que é bom, ainda não é o suficiente para me salvar da bancarrota, mas já ajuda a não me afogar. Por enquanto.
E teve a comemoração pelos 20 anos do "renascimento" da Editora da USP. Um encontro memorável, ainda mais com o lançamento do milésimo título, o volume Épicos da coleção "Multiclássicos". Cumprimentos ao Plínio e ao Ivan Teixeira.
25 de março de 2008
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